Entrevista – Susan Wiggs Qual sua flor favorita? É a ciclame magenta. No fim do inverno eu sempre encontro algumas florescendo secretamente no meu jardim.
Isso não é NADA justo, já que minhas preferências mudam conforme meu humor. No auge do frio do inverno, é chá com torradas e Betty Neels. Nos momentos de ler uma história mais intimista e com voz feminina, amo Debbie Macomber. Mas quando quero um cowboy sexy, a opção é Linda Lael Miller com certeza. Posso continuar citando autoras o dia todo...
Aqui e agora! É uma resposta boba, mas vocês tinham que ver onde eu moro! Sou muito sortuda! Tem uma praia virgem a poucos metros da minha janela, uma vista privilegiada para o monte Rainier, um belo jardim e tudo o que você quiser para pescar, observar os pássaros, ler, relaxar e sonhar.
Escrevi e ilustrei poemas de perna quebrada, joguei num time de hóquei de grama, ensinei cálculo e geometria, roubei o namorado da minha irmã e casei com ele, me tornei vegetariana, aprendi sozinha a fazer tricô e bordado com ponto-em-cruz, tive minha filha de parto normal sem anestesia, li a obra completa de Georgette Heyer, cantei num coral de igreja, pedi desculpas a minha irmã e rimos juntas, fui morar num subúrbio e li romances em voz alta quando era baby-sitter, tentando ensinar a mim mesma o ofício de escritora enquanto cuidava de uma criança. Até que vendi meu primeiro livro e aí tudo mudou...
Pizza com berinjela, servida num minúsculo café em Amalfi (sul da Itália), de frente para o mar e com um copo de água San Pelligrino, compartilhados com meu marido bem-humorado.
Barkis, o Cão Maravilha, um filhote de dobermann com orelhas caídas, rabo atarracado e uma necessidade danada de ser mimado o tempo todo!
Menina, você está incrível aos 60 anos! Continue assim, está fazendo muito bem a você! |